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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Ação de Natal da Vigilância Sanitária 2014

As equipes das 7 Inspetorias de Áreas Programáticas da Vigilância Sanitária do Rio começaram a visitar estabelecimentos que comercializam alimentos típicos das festas de fim de ano, para inspeção e orientação dos proprietários sobre as condições sanitárias do local e o acondicionamento ideal do alimento.
As redes de supermercado, por serem locais de grande circulação de pessoas nessa época do ano e por terem registrado um alto índice de reclamações sobre as condições higiênico-sanitárias e aplicação de multas e interdições, serão os principais pontos de vendas a serem visitados.

Estabelecimentos que produzem alimentos também serão inspecionados, onde serão consideradas as condições adequadas de embalagem, rotulagem, armazenamento e transporte, assim como o comércio que fornece cestas e ceias.

As inspeções acontecem até o dia 29 de dezembro. Caso o estabelecimento não siga as orientações iniciais, receberá multas e pode ser até interditado, sem previsão de reabertura. Já os alimentos considerados inadequados serão imediatamente inutilizados.

Bacalhau e pescado tipo bacalhau

O bacalhau receberá uma atenção especial, por ser um alimento muito consumido nesse período e exigir cuidados na pesca, limpeza, método de salga, controle da temperatura e umidade, armazenamento, transporte e distribuição.

Os técnicos da Vigilância Sanitária estão de olho nos peixes comercializados como bacalhau e que não são da espécie. Somente os tipos Gadus morhua e Gadus macrocephalus são considerados legítimos. O primeiro é conhecido no Brasil como "Porto" ou "Porto Mohua"; o segundo, como "Portinho" ou "Codinho".

Os famosos e muito consumidos Saithe, Ling e Zarbo não são bacalhau. São peixes secos e salgados e que devem ser comercializados como "tipo bacalhau". O consumidor deve procurar essa informação na embalagem, assim como observar alteração de cor (manchas rosadas ou vermelhas, ou pontuações marrom, indicam a presença de bactérias e fungos), textura (peças amolecidas e limosas indicam a proliferação de bactérias) e odor (cheiro estranho indica contaminação ou início de putrefação), sendo o bacalhau legítimo ou não.

Fonte:http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=5083060

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